quinta-feira, agosto 16, 2007

agosto, 16. a data não diz nada. o dia: quinta-feira. mais uma. a saudade tem gosto de horizonte. 13h40, exatamente. longe das 17h. meu relógio não tem ponteiros e minha vida não tem um rumo. a xícara branca sobre a mesa. lá fora o sol quente e o reflexo que cega. dentro muito frio. constante. a felicidade tem a textura do seu sorriso. 13h42. suas mãos só depois das 23h. o telefone não toca, a vida longe parece boa mas não quero ir embora de você. conflitos da sociedade contemporânea [clichês sempre resolvem textos sem sentido].

vem cá e me faz ser feliz, meu grande amontoado de poesia minimalista.

4 comentários:

desafinadamente disse...

clichês sempre resolvem os vazios da vida.

Fernanda disse...

O melhor da vida é quando a gente tem alguém que compreende nossos textos sem sentido!

Paulete, vc curte Teatro Mágico? E a Raquel? Eu vou no show deles, sábado, lá no Lapa. Alguma das senhoritas vai?

Beijocas!

Thais. disse...

eu prefiro os dezesseis de agosto, aqueles tantos que passam e a gente nem vê.

, assim.

e eu penso se a gente se existe ainda.

Lili Pelegrini disse...

O problema é quando não dá pra ir a lugar nenhum fazer niguém feliz. Hoje estou niilista.